A Pague Menos (PGMN3) aprovou na quarta-feira (5) a criação de um novo programa de recompra de ações.
Com isso, a companhia pretende recomprar até seis milhões de ações nos próximos seis meses, representando até 2,66% das ações em circulação no mercado.
O objetivo da recompra não é maximizar a geração de valor aos acionistas, uma vez que os papéis da rede de farmácias nordestina já subiram mais de 27% no ano na B3, mas sim cumprir com o plano de ações restritas da empresa, que prevê a entrega de ações aos funcionários e administradores.
As ações recompradas poderão ser mantidas em tesouraria, para posterior cancelamento ou venda no mercado.
A recompra será realizada na bolsa de valores, a preços de mercado, utilizando recursos disponíveis nas reservas de lucro e capital da Pague Menos.
A rede de farmácias registrou um lucro de R$ 80,6 milhões no terceiro trimestre deste ano, com um aumento de 49,6%.
Em setembro, a empresa contava com mais de R$ 393 milhões em sua reserva de capital e acredita que a recompra de ações não prejudicará o cumprimento das obrigações com credores, nem o pagamento de dividendos obrigatórios aos seus acionistas.






