O desempenho no 3º trimestre foi sustentado por uma redução de 11,5% nos custos com combustível, câmbio favorável e um incremento de cerca de 9% na oferta de assentos, juntamente com uma melhora na ocupação das aeronaves e um aumento de 1% na tarifa média.
A receita líquida chegou a R$ 5,54 bilhões, representando uma alta de 11,6% na comparação anual. A alavancagem financeira terminou setembro em 3,2 vezes dívida líquida sobre Ebitda recorrente, significativamente menor que as 5,3 vezes de 12 meses atrás.
A companhia registrou uma taxa de ocupação (load factor) de 84,1% no 3º trimestre, 0,9 ponto percentual acima do observado no mesmo período de 2024. A receita por assento-quilômetro disponível (Rask) cresceu 2,5% de julho a setembro na comparação anual. A dívida encerrou o trimestre em R$ 19,7 bilhões, 21,6% inferior ao valor de um ano atrás.
Novas projeções
A Gol revisou suas projeções para 2025, elevando a expectativa de Ebitda recorrente para R$ 5,8–6,1 bilhões, frente à previsão anterior de R$ 5,8 bilhões. A empresa também ajustou a alavancagem esperada para 3,4–3,6 vezes, ante a projeção anterior de 4,7 vezes.






