A área vendida, de 2,1 mil hectares, passou por um processo de transformação ao longo dos anos de 2024 e 2025, buscando a valorização imobiliária e aumento de liquidez do ativo no mercado, que incluiu o corte e comercialização da madeira, retirada dos tocos, enleiramento e correção de solo.
“Entre os grupos da Fazenda Clarão da Lua, o grupo 4 apresenta os solos mais arenosos e de menor qualidade, com maior vocação para a pecuária e menor potencial de valorização no longo prazo. Dessa forma, a gestora entende que a venda está alinhada à aptidão e ao valor de mercado do ativo, além de evitar futuros investimentos necessários para a formação de pastagens na propriedade”, disse a gestão do Riza Terrax, no comunicado.
A operação gerará, ao longo do prazo de recebimento, um impacto negativo de R$ 0,20 por cota. Todavia, ao somar a venda já anunciada da área do Grupo 3 na Fazenda Clarão da Lua, existe, na verdade, um impacto positivo total de R$ 1,98 por cota ao longo do período de recebimento.






