sábado, 24 de fevereiro de 2024

New York Times: Democratas estão perdendo apoio entre os eleitores negros, hispânicose e asiáticos

A um ano das eleições americanas, Donald Trump retorna à disputa como favorito.

Uma reportagem veiculada no último fim de semana pelo jornal The New York Times aborda a questão do declínio de apoio ao atual presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, entre os eleitores não-brancos, que incluem negros, hispânicos e asiáticos.

Embora não tenha identificado uma razão específica, o tabloide apresentou cinco complexas possibilidades, sendo que três delas contrariam a atual política democrata.

Tese 1

No primeiro cenário, de natureza mais abrangente, aponta-se que fatores como a idade avançada de Biden e desafios na gestão econômica podem estar influenciando a percepção do eleitorado americano.

Tese 2

A segunda hipótese sugere que posições muito progressistas podem estar incomodando parte do público progressista, que estaria percebendo os democratas como representantes da extrema-esquerda. Esta teoria foi proposta por centristas democratas.

Tese 3

A terceira análise, do ponto de vista da ala mais progressista, argumenta que Biden está se afastando das posições de esquerda, perdendo sua capacidade de representar um campo mais progressista em oposição ao capitalismo.

Tese 4

Em uma quarta perspectiva, é ventilada a possibilidade de que a presença passada de Trump possa ser um fator determinante, considerando que o ex-presidente, alinhado com os princípios republicanos, continua exercendo uma influência considerável sobre a política americana, apesar de não estar na Casa Branca.

O New York Times sugere que a combinação de um Trump com foco em questões econômicas e um Trump que adota uma postura anti-establishment pode estar conquistando um público específico, o que contribui para a perda de apoio aos democratas.

Tese 5

Já a quinta e última sugestão do jornal aponta para um fator crítico: a ascensão de uma nova geração nos Estados Unidos. A perda de apoio dos Democratas entre os eleitores não-brancos, que tem sido uma tendência nas últimas cinco décadas, pode ser atribuída em parte à influência crescente dessa nova geração no cenário político americano.

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