Brava Energia (BRAV3) comunicou que o conselho de administração aprovou a redução da estrutura organizacional da companhia. A nova configuração elimina um cargo de diretoria e concentra sob a diretoria financeira e de RI as áreas de finanças, relações com investidores, trading e comercialização.
O objetivo da decisão é simplificar e otimizar processos, fortalecer a governança corporativa e aprimorar a integração entre as áreas corporativas e de negócios.
A empresa também informou as renúncias de Rodrigo Pizarro, CFO e diretor de RI, e de Pedro Medeiros, diretor de Novos Negócios, Trading e Downstream. O novo CFO será anunciado após a conclusão do processo de contratação, que segue em sigilo contratual.
Interinamente, o diretor-presidente, Décio Oddone, acumulará a função de CFO. A área de operações downstream será incorporada ao onshore e ficará sob comando do diretor de operações onshore, Jorge Boeri.
Produção da Brava
A produção média diária da Brava em setembro foi de 91.833 boe (barris de óleo equivalente), abaixo dos 92.693 boe de agosto. O 3T25 fechou com média de 91,8 mil boe/d, representando crescimento de 7% sobre o trimestre anterior. O novo recorde trimestral demonstra a solidez e a capacidade de execução da companhia, além da robustez do portfólio de ativos.
A empresa alcançou lucro líquido recorde de R$ 1,049 bilhão no 2º trimestre de 2025. Um ano antes, havia registrado prejuízo de R$ 582 milhões. O Ebitda ajustado da companhia foi recorde no segundo trimestre, somando R$ 1,33 bilhão entre abril e junho, um crescimento de 29% em comparação ao mesmo período de 2024.






