Este foi o quarto fechamento recorde consecutivo, superando a máxima anterior registrada na última quarta-feira (29), de 148.632,93 pontos.
A performance positiva veio apesar do clima negativo nos mercados internacionais e de dados econômicos que surpreenderam analistas.
Nesta quinta (30), o Congresso Nacional aprovou o PLN 1/2025, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para permitir que a faixa de isenção do IR de até R$ 5 mil mensais seja permanente. A proposta, já aprovada na Câmara dos Deputados, aguarda análise do Senado na próxima semana.
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), revelou a criação de 213.002 vagas formais em setembro, superando a expectativa de 180.750 apontada por economistas ouvidos pela Reuters.
Apesar do bom resultado, o número representa uma queda em relação a setembro de 2024, quando foram criados 252.237 postos de trabalho com carteira assinada.
Nos Estados Unidos, os principais índices de Wall Street encerraram o dia no vermelho, interrompendo a sequência de quatro altas:
O mercado reagiu aos resultados trimestrais das chamadas “Sete Magníficas” — grandes empresas de tecnologia. Um dos destaques negativos foi a Meta (ex-Facebook), cujas ações recuaram mais de 10%, após um lucro líquido 83% menor no 3T25.
Além disso, investidores ajustaram suas expectativas sobre a trajetória dos juros nos EUA, após o Federal Reserve (Fed) sinalizar que pode interromper o ciclo de corte na taxa básica.
Na Europa, os mercados operaram majoritariamente em baixa:
Na Ásia, os mercados fecharam sem direção definida:






