Na visão da administração da Intelbras, o foco do momento é melhorar o ROIC e a geração de caixa dos negócios. “Não se trata de abandonar crescimento, mas de crescer com retorno, com disciplina e qualidade. Após um ciclo acelerado de expansão entre 2020 e 2024, identificamos ineficiências que exigem correções”, destaca a mensagem.
A fabricante de câmeras de segurança, centrais de alarme e sistemas de energia solar teve geração de caixa de R$ 480,2 milhões no 3T25, dada a adequação do capital de giro aos níveis considerados adequados pela administração nos próximos trimestres.
Também teve variação negativa o Ebitda (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização), com saldo de R$ 144 milhões, reflexo da própria redução das receitas.
Intelbras busca ROIC turbinado
Por sua vez, o total de dívidas e empréstimos da companhia no 3T25 somou R$ 1,02 bilhão, bem acima do saldo devedor de R$ 923 milhões ao final de 2024, com efeitos da taxa Selic a 15% ao ano.






