Ainda que o retorno da renda fixa esteja bem menor que as máximas vistas no início de 2025, o analista Rafael Passos, da gestora Ajax Asset, argumenta que o risco fiscal não pode ser ignorado pelos investidores, especialmente com a bomba relógio contratada para 2027, evento que deverá trazer muita volatilidade às taxas do Tesouro Direto.
O mais recente déficit primário de R$ 14,5 bilhões mostra a piora das contas públicas, com desaceleração da receita e aumento de gastos. O governo Lula deixou de fazer o contingenciamento devido e o gasto discricionário ainda subiu. Assim, se mostra insustentável o arcabouço fiscal em 2027, que deverá passar por reconfiguração, alerta o especialista.






