O SNID11, fundo de investimentos em infraestrutura (FI-Infra) da Suno Asset, anunciou dividendos de R$ 0,13 por cota. É a segunda vez no ano que o fundo amplia o valor dos rendimentos, que começaram 2025 com distribuição de R$ 0,11 por cota e foram de R$ 0,12 entre maio e outubro.
A distribuição tem um dividend yield mensal de 1,26%, considerando o preço de mercado de R$ 10,30 no fechamento de setembro. O valor está dentro do guidance determinado pela Suno Asset para o segundo semestre, que vai de R$ 0,10 a R$ 0,13 por cota.
O pagamento será em 25 de novembro, de acordo com a posição dos investidores ao fim do pregão da próxima sexta-feira, dia 14. Isso significa que quem adquirir as cotas até esse dia poderá receber os dividendos do SNID11 ainda neste mês.
As compras feitas a partir da segunda-feira (17) só farão jus a proventos no próximo pagamento, desde que o investidor mantenha a posse das cotas até a Data Com seguinte, em meados de dezembro. Confira os dividendos pagos pelo SNID11 nos últimos 12 meses:
SNID11 obtém receita com investimentos em infraestrutura
O FI-Infra SNID11 conta com um patrimônio líquido de R$ 75,1 milhões, alocado principalmente em debêntures incentivadas. São títulos que servem para financiar obras de infraestrutura, com construção e manutenção de estradas e redes de esgoto, além de redes de transmissão de energia.
A carteira do fundo tem 47 ativos em carteira, de 36 emissores diferentes, com spread médio de CDI + 2,30% e prazo médio de vencimento de 5 anos. Mais de 75% das alocações têm qualidade de crédito elevado, entre A+ e A, e os setores de maior concentração são saneamento básico (23,4%), energia elétrica (18,2%) e telecomunicações (16,8%).
A gestão realiza constantes rotações no portfólio, em busca de oportunidades de compra e venda no mercado secundário que possam ampliar a geração de dividendos para os investidores. No último relatório divulgado pela Suno Asset, o time de gestão informa que o atual patamar da Selic, de 15% ao ano, e o baixo risco de crédito da carteira permitem manter o guidance do SNID11 no patamar atual pelo menos até o fim do ano.






