A Virtu, segundo comunicado, tem como foco o trabalho com a substituição do diesel pelo GNL (gás natural liquefeito), em especial para transporte nas regiões Centro-Oeste e Norte do país. Com isso, a empresa atua em dois modelos de negócio:
- GNL para uso próprio e para clientes da Eneva (ENEV3);
- Serviços logísticos movidos a GNL.
Com a transação, a estrutura societária resultante prevê um bloco de controle entre Ultrapar e Perfin Infra (Fundo de Investimentos em Infraestrutura), detentor de 75% do capital votante, enquanto o sócio fundador, José Moura Jr., manterá participação relevante de 25%.
A empresa informou ainda que a conclusão da operação está sujeita às aprovações regulatórias e ao cumprimento das condições precedentes típicas desse tipo de transação. Lembrando que a empresa apresentou lucro líquido de R$ 1,15 bilhão no 2º trimestre de 2025, crescimento de 134% em comparação com o último trimestre de 2024. No total, o Ebitda Ajustado Recorrente foi de R$ 1,46 bilhão no período.
A Ultrapar apurou geração de caixa operacional de R$ 1,84 bilhão no 2T25, destinando R$ 909 milhões à redução de fornecedores convênio (risco sacado). No mesmo trimestre do ano anterior, a geração havia sido de R$ 1,07 bilhão, resultado da diminuição do capital de giro, associada aos menores preços do diesel e da gasolina.






